
A visita foi muito agradável, por coincidência a guia era uma colega minha da faculdade. O forte foi reaberto após décadas de abandono, por isso eu nunca tinha ido lá. A vista de lá por si só já vale a visita, dá pra ter uma visão panorâmica das cidades alta e baixa (dava pra ver meu prédio de lá hehehe!) além da ilha de Itaparica. O forte levou cerca de 300 anos pra ser construído, isso por que foi ampliado, em três etapas, até ficar como está hoje. Curiosamente, quando a construção foi finalizada, não houve mais nenhuma tentativa de invasão estrangeira, e tempos depois, o forte virou uma ameaça à própria cidade, quando houve um projeto de transferência da capital baiana daqui pra Jequié, vê se pode! Daí houve uma revolta geral e a marinha bombardeou edifícios públicos lá do forte. Nessa brincadeira, lá se foi a antiga biblioteca central, que ficava ao lado do elevador, e hoje, em seu lugar, encontra-se
Depois da visita, voltei correndo pro cartório e ainda havia 4 pessoas na minha frente hahaha! Então concluí: a morosidade das repartições públicas na verdade é uma ação do governo no intuito de proporcionar experiências tão legais quanto aquela que tive! Se eles atendessem rápido o suficiente para que eu esperasse, em seguida eu iria pra casa e ficaria coçando o saco. Mas não, eles demoram tanto de atender que você sai pra fazer qualquer coisa, só pra passar o tempo, e nisso você sai da rotina, tem experiências novas e curte mais o dia! Mas eu entendo porque ninguém fala nisso, nem o governo orienta o contribuinte a assim proceder. Imagine se o governo publicasse cartazes e emitisse propagandas aconselhando ao cidadão ir procurar o que fazer enquanto espera ser atendido?
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